domingo, 21 de dezembro de 2008
IBovespa, 19-12
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
IBovespa, 11-12
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
VALE5, 10-12
IBovespa, 10-12
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
IBovespa, 09-12
O IBovespa cedeu ao tentar romper a resistência em 38700, mas não perdeu o suporte em 37600. Um movimento normal de correção, ainda não indica nada.
Obama anunciou o plano de ajuda às montadoras americanas (GM, Chrysler e Ford) e, hoje, o congresse deve votá-lo. Peraí? Obama anunciou? Cadê o Bush? :-)
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
IBovespa, 08-12
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
IBOV, 05-12
Alta também no Dow, expressiva (até agora, 1,89%). O leilão de swaps de dólar do Banco Central ajudou a segurar a cotação, e serve de alento para várias empresas no índice.
Perspectivas para a Bovespa
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/05/atual_preco_do_petroleo_ameaca_exploracao_comercial_do_pre-sal_admite_gabrielli-586855048.asp
Ohhh... todo mundo já sabia disso. A questão é: o que afeta o EVA da Petrobras? O preço do petróleo. E qual é a ameaça ao preço do petróleo e, portanto, à Petrobras? A queda do preço do petróleo.
Todo mundo sabia que o pré-sal é dificil de explorar, que precisaria de níveis altos de preços. O preço não parava de subir na iminência de uma depressão mundial (e o preço da ações da Petro junto). Cogitou-se o motivo da especulação, mas muitos ainda acreditavam em um problema de planejamento de produção no mercado. O petróleo, que passou dos 100, agora atinge 38.
Vários analistas pregam, na mídia, que a Bovespa vai voltar a subir. A Bovespa não deveria romper os 36.700, mas a análise gráfica acompanha o FATO, não o MOTIVO. Se a Bovespa for ultrapassar este nível, os indicadores vão mostrar. Só que não será um movimento racional do mercado, pois como a Bovespa vai se manter com as commodities indo para o brejo?
Agora no fim da tarde, o índice recuperou a base do triângulo, logo, não há tendência formada ainda.
Setor de commodities agora, 17:45: CSNA3 (-4%); USIM5 (-2,96%); VALE5 (-3,14%), PETR4 (-3,49%).
Setor de consumo agora, 17:45: SDIA4 (+1,85); PRGA3 (+6,79%); BTOW3 (+3,75); LAME4 (+5,22%).
IBovespa agora, 17:45: +0,19.
Dow agora, 17:45: +1,59%
A OCDE diz que o Brasil será o menos afetado das economias emergentes. Claro, a participação das exportações no PIB chinês é de 37% (18% para EUA, Japão e UE), enquanto é de 12% (3% para EUA, Japão e UE) do PIB brasileiro. O Brasil ainda é uma economia muito fechada para os padrões globalizados de hoje. Uma vulnerabilidade, que prejudica o objetivo de um crescimento maior, agora, se tornou um ponto forte. Só que a crise já está nos afetando indiretamente, tendo começado pelo câmbio (outra vulnerabilidade, pois o volume da Bovespa dependia em mais da metade de capital de não residentes). A pergunta que fica pode é "resistiremos?" ou é "até quando resistiremos?"?
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
IBovespa, 04-12
O IBovespa permanece indefinido, em um triângulo simétrico que só será desfeito caso rompa a resistência em 36700 ou perca o suporte em 32000.segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Indicadores da China e Alemanha derrubam bolsas
A China não pode parar... só sobrou ela. O relatório Focus, do BCB, prevê um PIB inferior à 3% para 2009 (e já previra 4,5%, no início do ano). Outro relatório da ONU prevê um pior caso de +0,5% para o produto brasileiro, -1,9% para o norte-americano e -1,5% para o europeu.
Os indicadores da Bovespa já indicavam correção das últimas altas, agora, se caírem de 34 mil pontos, teremos novo movimento baixista.
sábado, 29 de novembro de 2008
IBOV, 28-11

quinta-feira, 27 de novembro de 2008
IBovespa semanal, 26-11

terça-feira, 25 de novembro de 2008
IBovespa, 25-11
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
IBovespa, 21-11

terça-feira, 18 de novembro de 2008
IBOV, 18-11

IBOV, 17-11
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Ibovespa, 3-11

sexta-feira, 31 de outubro de 2008
IBovespa, 30-10

quarta-feira, 29 de outubro de 2008
IBovespa, 28-10
sábado, 25 de outubro de 2008
Ibovespa, 24-10
Feio, feio, feio... nem o lucro recorde de mais de 12 bilhões anunciado pela Vale (diga-se de passagem, resultado da desvalorização cambial, o que não é notícia boa para economia como um todo) foi suficiente para animar o ânimo dos investidores.quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Ibovespa, 22-10
terça-feira, 21 de outubro de 2008
IBovespa, 21-10
Apesar da queda do Dow (-2,50%) e do desastre argentino (-11%), a Bovespa fechou estável (-0,29%). Isso é muito importante para a bolsa brasileira recuperar a razão e reduzir a volatilidade (reparem no Bollinger afunilando). Match: dólar x commodities
IBovespa, 20-10
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
IBovespa, 16-10
O Ibovespa, após chegar a cair mais de 11% e acionar, mais uma vez, o circuit break, recuperou-se, principalmente em função das siderúrgicas e empresas de consumo interno, fechando em baixa de -1,06%.quarta-feira, 15 de outubro de 2008
As razões para a queda de hoje.
IBovespa, 15-10

Tinha gente dizendo que não teria mais essas oscilações malucas...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
IBovespa em 13-10
O IBovespa interrompeu as fortes quedas (+14,66%) e deve continuar a recuperação pelo menos até 43100, a próxima resistência, na qual deve ocorrer alguma realização.quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Ninguém segura o dólar! :-)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Qual a explicação da virada de 180º da bolsa, nesta sexta?

Petrobras 2/10/2008
PETR4 com suportes em 31.30 e 30.70, e resistências em 33,95 e 35,15.
O IFR em 45 indica cautela, nada de operações.
IBovespa 2/10/2008
O IBovespa voltou a testar o suporte imediato em 45000, acompanhando a tendência do Dow Jones.A tendência permanece baixa para o curto prazo, mas se a sexta-feira fechar a cima do fundo formado, este poderá ter sido o fundo do poço. Então, ainda há esperança de recuperação. No entanto, é preciso romper a resistência imediata em 49900, para caracterizar a reversão de tendência de curto prazo.
Não precisa nem dizer que para o longo prazo, a tendência ainda é de baixa.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Análises do Merril Lynch para o Brasil
Brasil é dos que mais remetem lucros aos EUA
Ontem o Departamento de Comércio dos EUA divulgou dados que mostram que o Brasil é o 13º país que mais remete lucros para as empresas norte-americanas, superando Japão e os outros BRICs. As remessas cresceram 44% em volume nos 12 meses até junho. O conjunto de todos os outros países apresentou crescimento mais moderado, se comparado ao brasileiro, de 15,5%, nas remessas em 12 meses.
Isso é resultado de duas coisas: da crise americana e do crescimento da economia brasileira. A crise faz com que as empresas multinacionais de lá demandem mais esses envios (no entanto, aumento do pagamento de lucros e dividendos, em geral, implica redução nos investimentos), e como o Brasil está crescendo, as empresas por aqui tem lucros para enviar.
Fonte: Blog da Miriam Leitão.
Brasil, bem preparado para a crise, deve entrar no G-7
Para os maiores bancos do mundo, o Brasil está bem preparado para suportar os trancos que a crise financeira dos Estados Unidos continuará provocando em todo o mundo. Além disso, eles acham que “está mais do que na hora” do G-7, que reune os países mais ricos do mundo, incluir o Brasil como membro permanente desse seu clube fechado.
Em entrevista coletiva aqui em Washington, minutos atrás, Charles Dallara, diretor-gerente do Institute of International Finance (IIF), entidade que reune os 380 maiores bancos do mundo, afirmou que o Brasil “é um bom exemplo de país que vem fazendo muito para fortalecer a sua capacidade de recuperação”.
- O mercado brasileiro está sendo afetado pela crise americana, como os demais, mas há uma enfática resistência à ela no país. Os seus bancos estão bem capitalizados e são bastante rentáveis. A inflação está sob controle. Por isso não vemos grandes dificuldades para o Brasil enfrentar essa situação – disse Dallara.
José Meirelles Passos
Durante a entrevista ele divulgou carta que o IIF enviou esta manhã aos ministros de finanças e presidentes de bancos centrais que participam do Comitê Monetário e Financeiro Internacional, do Fundo Monetário Internacional, liderado pelos países ricos, afirmando – entre outras coisa – que “já está mais do que na hora de uma adaptação do G-7 para incluir vários países dos mercados emergentes sistematicamente importantes como parceiros permanentes”.
Segundo ele, os novos sócios têm muita contribuição a dar na solução de crises como a atual. Logo em seguida, em conversa comigo, Dallara esclareceu aquela sugestão, dizendo que o G-7 tem de se transformar em G-10 ou talvez G-11 e o Brasil, segundo ele, tem de estar nesse grupo:
- Brasil, China e Índia têm de ser admitidos imediatamente no G-7. Talvez possamos incluir também a Coréia do Sul. É uma vergonha que o G-7 ainda não tenha acordado para essa necessidade. É preciso fazer isso, e fazê-lo imediatamente! – afirmou Dallara.
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/passos/post.asp?t=brasil_bem_preparado_para_crise_deve_entrar_no_g-7&cod_Post=130082&a=56
Bolsas caem após aprovação do pacote no Senado
Portanto, a deliberação do pacote vai saindo aos poucos de cena, perdendo importância para os players do mercado. Sem surpreender ninguém, a NYSE e a BOVESPA estão caindo com força. O principal efeito da crise americana nas bolsas é o aumento da volatilidade. Choques como o de segunda feira fazem as bolsas perderem rapidamente suportes e aumentam a volatilidade. A histeria já levou os índices, por mais de uma vez, do fundo ao topo e do topo ao fundo em praticamente um único dia. Logo, a tendência de todos os mercados ainda é de baixa para o longo prazo. No curto e médio, teremos repiques e oscilações naturais para mercados com alta volatilidade.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Líderes no Senado confiantes na aprovação
Os jornais americanos noticiam que os líderes no Senado estão confiantes de que conseguirão aprovar hoje o pacote de US$ 700 bilhões. A votação está programada para acontecer depois das 21h30m, em horário aqui do Brasil. Caso o projeto passe, a Câmara poderia votar na próxima sexta-feira.
Nesta casa, porém, as negociações continuam difíceis. Apesar das mudanças feitas no projeto com objetivo de ampliar o socorro às pessoas físicas, há o temor de que os deputados façam alguma represália pelo Senado ter se adiantado para votar primeiro. Como estamos a pouco tempo das eleições, não dá para descartar novas surpresas.
por Míriam Leitão
01/10/2008: IBOV, PETR4 e CMIG4.
Na esperança de aprovação do pacote, o IBovespa corrigiu as perdas exageradas da segunda-feira, como já era esperado. Destaque para a Petrobras, que mantem a tendência de alta no curto prazo. Outro destaque é a Cemig. O mesmo não pode se dizer do principal índice da Bovespa, que mantém a inclinação baixista.
IBOV com suportes em 48.100 e 47.150, e resistências em 50.800 e 51.860 (IFR 48).
CMIG4 com suportes em 37,10 e 36,00, e resistências em 38,90 e 40,00 (IFR 69).
PETR4 com suportes em 33,80 e 33,00, e resistências em 36,00 e 36,38 (IFR 56).
PETR4terça-feira, 30 de setembro de 2008
Mercados sobem na expectativa de aprovação do pacote.
Wall Street higher on hopes for bail-out
US stocks rose sharply, clawing back some of the losses during the previous session’s brutal sell-off, on hopes that Washington would revive a plan to rescue the financial sector from collapse.
O pacote anti-crise não foi aprovado na Câmara dos EUA.
O governo Bush está com alto índice de rejeição, e os americanos já estão sentindo os efeitos da recessão. A liderança de Bush dentro do Partido Republicano não existe mais, e os deputados estão agora votando sob pressão daqueles que representam, de seus eleitores.
Um pacote de 700 milhões para salvar os bancos, em um país com déficit de 400 milhões, significa dizer para os deputados que, pelos próximos dois anos, pelo menos, não vai haver um tostão para emendas parlamentares e ações públicas para os seus distritos. Este fato é especialmente ruim para os republicanos que correm um sério risco de perder a presidência.
O sacrifício para salvar os bancos será muito grande, para toda a sociedade; por isso ela protestou contra o plano através de seus deputados. Além disso, é claro que tem gente querendo levar alguma vantagem neste momento de pânico generalizado.
No curto prazo, o banco central americano tem caixa para seguir salvando os bancos que estiverem na iminência de quebrar. A aprovação do pacote parece ser inevitável, pois o contrário implicaria em prejuízos ainda maiores. Por conta disso, a forte queda de 29/9 não tem motivos para se agravar nos próximos dias, podendo inclusive ter uma reação positiva terça e quarta.
Na própria segunda, a Petrobrás, que chegou a uma queda de uns 13%, fechou reduzindo-a para uns 8%. É uma das poucas empresas que manteve a linha de tendência de alta em curto prazo. PETR4 com suportes em 31,50 e 30,00, e resistências em 35,00 e 36,00. Sem tendência no curto prazo, embora manteve a LTA.

O IBovespa roupeu a banda inferior do Bollinger, e tentou novamente romper o suporte em 45000 pontos, mas fechou a cima deste. Se perdê-lo, buscará 43700. As próximas resistências estão situadas em 47 e 48 mil.



